Esta carta que não foi aproveitada pelos cronistas da época e hoje se encontra no arquivo da Tôrre do Tombo, em Lisboa (gaveta 8ª, maço 2º, nº 8), permaneceu inédita durante três séculos, tendo sido publicada pela primeira vez em 1817 na Corografia Brasileira, do padre Aires do Casal. O escritor português Sousa Viterbo escreveu um opúsculo intitulado: "Pero Vaz de Caminha e a primeira narrativa do descobrimento do Brasil", em que se apura o pouco que se sabe sobre a biografia do escrivão da frota de Pedro Álvares Cabral. Segundo este trabalho, Vaz de Caminha veio a morrer na Índia, talvez no desastre da feitoria de Calicut.
Esta carta esteve exposta em São Paulo, durante as comemorações do 4º Centenário, no Pavilhão de História do Parque Ibirapuera.
Pero Vaz de Caminha morreu a 16 de dezembro em Calicut, na Índia.
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